Bebê chega: lidar com coabitação com cão ou bate-papo

Como se comportará o cão ou gato contra um recém-chegado na pessoa de um bebê? A vida da casa mudará … continua a antecipar para garantir a continuidade de uma boa coabitação.
A chegada de um bebê em uma casa é um grande evento. Muitas vezes, casais que já têm um cachorro ou gato não fazem a pergunta no começo.
Tomando o tempo para preparar esta mudança, a coabitação não deve sofrer. Alguns animais são abandonados por causa de uma má organização ou falta de organização total que teme o acidente.
Vamos nos colocar no lugar do animal: tudo vai mudar em sua vida. Seus mestres podem estar lá mais (pelo menos a mãe); A atenção se concentrará no bebê.
Se o cão não foi usado para chorar, lágrimas, o bebê pode ser uma fonte de estresse e aborrecimento para ele. Para uma boa coabitação, é importante não abandonar completamente o animal, mesmo que a chegada de um bebê esteja agarrando. O casal deve distribuir as tarefas para que o cão ou gato, mesmo que não seja mais o foco de interesse que ele já foi antes, encontra seu lugar.

Não seja o centro do mundo

Será preciso antes que o bebê chegue não – mais – sempre responda a todas as solicitações do animal. Mas isso sem repelir, se apenas um “não” fortemente pronunciado.
Estes são os mestres que têm que tomar as decisões momentos de jogo, passeios, acaricsos, etc. Assim, o cão ou o gato viverá mais facilmente para não ser o centro das atenções, encontrará seu lugar dentro da hierarquia familiar, e viverá melhor a chegada do bebê.
Uma vez no local, ele impedirá que o cão seja corrigido o bebê. Nenhuma pergunta ele lambe tudo a mesma coisa! Estes primeiros contatos olfativos são importantes.

O casal terá que permanecer indiferente aos gritos ou lágrimas do bebê. O animal deve acabar se integrando sem assimilar isso ao estresse de seus mestres. Será necessário distinguir os momentos em que o cão pode participar da vida da família e aqueles onde deve ser mantido fora como o tempo de banho, por exemplo, ou cama na sala. Lugares proibidos terão que ser claramente estabelecidos. Muitas famílias ampliaram a presença de animais sem nada a interromper a ordem. Finalmente, é dito que o cão sentiria a chegada de um bebê nos meses para passar pelos feromônios libertados pela mulher grávida!

para lembrar

– O ciúme não é uma sensação de que o cão se sente, o problema da coabitação não surge não nestes termos.

– Antes do bebê chegar, não responda a todas as solicitações do seu animal sem alterar seus hábitos (passeios, muito menos atenção …).

– Não há risco para a saúde com um cão devidamente vacinado e vermifugado. Limpar o ponto de dormir do animal, mãos após carícias, evitando lambendo excessivo, são outras regras simples a seguir.

– Crescendo, a criança leva posturas que o cão pode interpretar os humanos de forma diferente. O que um jogo pode ser sentido como uma ameaça, uma provocação. O acidente é rapidamente chegado. Às vezes apenas alguns segundos de desatenção. Então a primeira regra de ouro a seguir é nunca deixar um filho sozinho – um bebê fortiori – com um cachorro ou gato.

– Este último também pode ir no bebê adormecido para procurar calor, sem disposição para ferir. É assim que ocorrem casos de sufocos.

O especialista em seguro de saúde do cão, Cat e NAC

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