Palavras dos clínicos gerais: Como eles fazem com as dificuldades sentidas durante o acompanhamento de um paciente de fim de vida?

Resumo

Poucos dados estão disponíveis nas dificuldades encontradas por clínicos gerais na prática do cuidado paliativo. Estudos sobre o assunto estão interessados principalmente em cuidadores em instituições e principalmente destacam problemas organizacionais. Este estudo concentra-se na experiência dos clínicos gerais em sua prática de cuidados paliativos e visa identificar as fontes de estresse e os mecanismos de adaptação usados. É baseado em uma análise qualitativa e descritiva de entrevistas semiestruturadas realizadas com doze clínicos gerais. O estresse percebido pelos médicos está igualmente ligado a fatores emocionais e organizacionais. Os médicos usam vários mecanismos de enfrentamento. Entre aqueles relacionados à gestão de emoções, a maior evolução pessoal e a busca pelo apoio moral. Entre os relacionados com a solução do problema, destacam-se principalmente para busca e diálogo de informações. Em todas as entrevistas coexistem negativo e efeitos positivos. Esses efeitos positivos teriam uma função da apaziguamento do estresse. A prevalência de estressores emocionais no discurso dos médicos entrevistados contrastes com dados da literatura que se concentram mais em fatores organizacionais. Os médicos parecem colocar em prática através dos experimentos de mecanismos de adaptação variados e globalmente eficazes em resposta a diferentes fontes de estresse quando confrontados com pacientes de fim de vida. Eles também evocam sua falta de treinamento em termos de gerenciamento de estresse e emoções no contexto da relação médico-paciente, particularmente no acompanhamento do fim da vida. Parece essencial fortalecer as lições nesta área durante estudos médicos.

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Resumo

Os dados estão faltando sobre as dificuldades dos clínicos gerais, especialmente procurando cuidados paliativos baseados em casa, já que a maioria dos estudos visam principalmente os profissionais de saúde nos fatores hospitalares e organizacionais que levam aos profissionais que sofrem. Através deste estudo qualitativo, damos especial atenção às experiências de clínicos gerais em sua prática diária de cuidados paliativos, especialmente para descobrir fatores de sofrimento e estratégias de coping usado. Ambientes principais estão ligados tanto com fatores emocionais do que com contingências práticas. Diversas estratégias de enfrentamento são desenvolvidas por esses médicos: principalmente estratégias focadas no controle emocional, como podem expressar sentimentos, propósito também estratégias focadas em resolução de problemas, como procurar suporte técnico e recursos de informação. A prevalência de fatores de sofrimento emocional revelada com essas entrevistas não corresponde aos resultados encontrados na literatura que sublinham mais fatores organizacionais. Os premitados gerais parecem implementar estratégias de enfrentamento corretas e eficientes, juntamente com suas crescentes experiências dessas situações. Também encontramos um lago de treinamento em lidar com situações de estresse e fatores emocionais, acompanhando os doentes terminal referidos pelos médicos. Deve ser interrestindo reforçar a formação sobre essas questões durante a formação médica inicial e contínua.

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Palavras-chave: Estresse, Estratégias de Adaptação, Cuidados Paliativos

Palavras-chave: angústia, estratégias de enfrentamento, clínico geral, cuidados paliativos

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