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O artigo apresenta o modelo da formulação de casos para a avaliação psicológica da criança e do adolescente. A formulação de casos se desenvolveu em resposta ao diagnóstico psiquiátrico que pode ser visto como uma abordagem reducionista do funcionamento psíquico. Na Europa, muitos psicólogos clínicos adotaram esse modelo, que inicialmente foi desenvolvido por psicoterapeutas de orientação cognitivo-comportamental e adaptou-a à respectiva prática. Este modelo, agora bem ancorado na prática clínica diária, é desenvolver diferentes aparências teóricas incorporando os resultados da pesquisa científica para promover a compreensão de um caso clínico. Este modelo faz parte de uma abordagem centrada na prova e em uma prática reflexiva da clínica. O objetivo da formulação de casos é desenvolver premissas e propor tratamentos adequados. No entanto, a família é integrada ao processo de discussão e tomada de decisão, que fortalece a aliança terapêutica. Este artigo apresenta as três correntes teóricas mais usadas na formulação de casos: abordagens cognitivas-comportamentais, psicodinâmicas e sistêmicas. O uso de um e a mesma vinheta mostrará a relevância do modelo e a complementaridade das diferentes abordagens clínicas.

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